A arbitragem sergipana deverá adotar um novo processo de capacitação e avaliação de desempenho. Segundo Emerson Fontes, presidente da Comissão Estadual de Arbitragem, o projeto prevê indicadores e acompanhamento periódico da CBF. Os detalhes foram apresentados ao programa Aperipê nos Esportes e repercutidos pelo Futebol Sergipano.


Avaliação terá indicadores e visitas trimestrais

A proposta prevê uma planilha de indicadores para acompanhar o desempenho dos profissionais do estado. Conforme Emerson, um representante da Comissão Nacional deverá permanecer cinco dias em Sergipe a cada três meses. A programação permitirá observar o trabalho local e acompanhar o desenvolvimento dos árbitros durante o processo de capacitação.

Na prática, a proposta aponta para uma avaliação continuada, além da preparação pontual para competições. O acompanhamento periódico pode ajudar a identificar dificuldades e orientar treinamentos específicos. Essa é uma possibilidade do modelo descrito; a melhora efetiva da arbitragem dependerá da aplicação dos critérios e da evolução demonstrada pelos profissionais.

Programa nacional já reúne 72 profissionais

A CBF iniciou em 2026 um programa de profissionalização com 72 integrantes da arbitragem. O grupo reúne 20 árbitros centrais, 40 assistentes e 12 profissionais de vídeo. Voltado inicialmente à Série A, o programa também permite a atuação dos selecionados em outras competições ao longo da temporada.

O modelo nacional prevê remuneração fixa, pagamentos variáveis e acompanhamento técnico. As avaliações consideram aplicação das regras, controle da partida, desempenho físico e comunicação. A entidade também anunciou treinamentos individualizados, suporte de saúde e atividades teóricas e práticas para os participantes, com monitoramento regular de suas atuações.

A capacitação anunciada para Sergipe não significa contratação automática pelo programa profissional. Segundo Emerson Fontes, o estado ficou sem representantes na primeira etapa da iniciativa nacional. Sua expectativa é que a reorganização local amplie as condições para que árbitros sergipanos disputem novas oportunidades.

Formação e diálogo entram na agenda de melhoria

O programa nacional também estabeleceu mecanismos de renovação do grupo profissionalizado. No lançamento, a CBF informou que haverá avaliação anual com possibilidade de saída de integrantes e promoção de outros profissionais que se destaquem. Esse contexto ajuda a explicar a importância de qualificação permanente para quem busca espaço.

No âmbito estadual, Emerson defendeu a realização de um workshop envolvendo o ambiente do futebol. A proposta é aproximar árbitros, dirigentes, clubes, imprensa e federação na discussão sobre a atividade. Para o futebol sergipano, o debate pode contribuir para esclarecer critérios e procedimentos, desde que acompanhado de formação técnica e avaliação consistente.

Texto gerado por Inteligência Artificial e corrigido por Mike Gabriel

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By Mike Gabriel

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