
O Botafogo/PB vive um novo momento sob o comando de Lisca, e a transformação em apenas três jogos recoloca o clube no centro da disputa pelo título paraibano. Após assumir na 6ª rodada, com o time fora da zona de classificação, o treinador mudou o ambiente, organizou a equipe e já projeta reflexos diretos na Copa do Brasil e na sequência da temporada.
A reação imediata do Botafogo/PB não é apenas estatística — é estrutural.
A chegada de Lisca e o ponto de virada
Lisca assumiu o Botafogo/PB após uma derrota marcante no clássico contra o Campinense por 4 a 1. Naquele momento, o time somava 8 pontos e ocupava a 6ª colocação.
O cenário era de pressão e incerteza.
Desde então, foram três partidas: duas vitórias e um empate. Isso representa 7 pontos conquistados em 9 possíveis — aproveitamento de 77,7%.
Em três jogos, Lisca fez o Belo sair da zona de dúvida para a zona de protagonismo.

Números que explicam a evolução
No recorte sob o novo treinador:
- 4 gols marcados
- 0 gols sofridos
- 2 vitórias consecutivas
- Salto da 6ª para a 2ª colocação
O dado mais impactante é defensivo: zero gols sofridos em três partidas.
A última rodada reforçou essa percepção com vitória segura por 2 a 0 no clássico contra o Treze.
O Botafogo/PB voltou a ser competitivo nos detalhes e sólido nos clássicos.

Mudança de ambiente reconhecida internamente
Após a primeira vitória — 2 a 0 sobre o Atlético de Cajazeiras — o goleiro Michael Fracaro, ex-Confiança, destacou o impacto imediato do treinador:
“É parabenizar todo o grupo, parabenizar o Lisca que chegou também para mudar o ambiente”, afirmou o goleiro.
A declaração evidencia um ponto crucial: não foi apenas ajuste tático.
Lisca reorganizou o emocional e devolveu confiança ao elenco.
Recolocado no páreo pelo título
Com o salto para a 2ª posição, empatado em pontos com o líder Campinense, o Botafogo/PB entra definitivamente na disputa pelo título estadual.
A mudança tem efeito direto também na Copa do Brasil. O Belo enfrentará o Mixto/MT pela segunda fase, e chega embalado.
A boa fase amplia as chances de classificação e fortalece o projeto competitivo da temporada.

O reflexo para Copa do Nordeste e Série C
A pergunta que passa a circular no cenário nordestino é clara:
Será que essa fase se sustenta?
Se mantiver o padrão defensivo e a consistência nos clássicos, o Botafogo/PB pode chegar forte também à Copa do Nordeste e à Série C.
A sequência positiva cria lastro competitivo em torneios de maior exigência.
E o paralelo com o Confiança?

O contexto chama atenção por um detalhe relevante.
O Botafogo/PB perdeu seu técnico anterior na mesma época em que o Confiança perdeu Luizinho Vieira — nome que, inclusive, foi especulado no Belo.
Hoje, o Botafogo/PB reage com Lisca.
O Confiança, sob Ricardo Resende, apresenta números semelhantes ao início de Lisca no Belo.
Surge então o debate inevitável:
O Confiança deveria seguir o mesmo caminho de ruptura ou manter estabilidade?
A experiência recente do Botafogo/PB mostra que a troca, quando estratégica, pode gerar resposta rápida.
Mas também evidencia que não basta mudar — é preciso reorganizar estrutura, ambiente e identidade.
O que esperar agora?
O Botafogo/PB vive um momento de ascensão competitiva.
Saiu da 6ª posição para a vice-liderança em três jogos, estabilizou o sistema defensivo e reconectou o elenco com a torcida.
A tendência é que a sequência determine se o impacto de Lisca será apenas uma reação momentânea ou o início de um ciclo sólido.
Se mantiver o padrão atual, o Belo pode chegar forte às fases decisivas e transformar a crise em combustível competitivo.
O próximo recorte será determinante para medir a consistência do novo projeto.
📢 E você, acredita que a boa fase do Botafogo/PB com Lisca vai se sustentar até a Série C? O Confiança deveria adotar postura semelhante? Comente e participe do debate!
Texto gerado por Inteligência Artificial e corrigido por Mike Gabriel







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