
Ricardo Resende explicou as alterações realizadas pelo Confiança durante o empate por 1 a 1 com o Itabaiana. Depois de sofrer um gol no início do clássico, o treinador abandonou a formação mais cautelosa e aumentou progressivamente o número de jogadores ofensivos.
O Confiança iniciou a partida com três homens no meio-campo e PK tendo maior liberdade para criar. A estratégia foi prejudicada pelo gol sofrido logo nos primeiros minutos, obrigando a equipe a buscar uma reação diante de um adversário mais fechado.
Gol no início modificou o planejamento
Ricardo afirmou que utilizou uma formação semelhante na vitória por 2 a 1 sobre o Maranhão. Zeca atuava como um meia de boa chegada, enquanto Madson ajudava na proteção do setor central.
O gol do Itabaiana, porém, mudou o cenário.
“Tomar um gol logo no início fica complicado. Como estávamos perdendo, precisávamos ser ainda mais agressivos”, explicou o treinador.
Com a vantagem, o Itabaiana reduziu os espaços e passou a sair em contra-ataques. O Confiança assumiu a posse de bola e precisou aumentar sua presença no campo ofensivo.

Cartão de Madson influenciou primeira mudança
Madson recebeu cartão amarelo ainda no primeiro tempo. Ricardo decidiu retirar o volante e colocar Pedro Felipe, reforço contratado para o setor ofensivo.
A substituição teve dois objetivos: evitar o risco de uma expulsão e colocar mais um jogador próximo à área adversária.
“Coloquei o Pedro Felipe no lugar do Madson e, no segundo tempo, também coloquei o Iago para pressionar ao máximo a equipe do Itabaiana”, afirmou.
O Confiança passou a atuar com uma formação mais agressiva, assumindo os riscos necessários para buscar o empate.

Iago aumentou a velocidade pelo lado esquerdo
A entrada de Iago foi uma das mudanças que mais alteraram o comportamento ofensivo do time. O jogador aumentou a velocidade e deu profundidade ao lado esquerdo.
O Confiança conseguiu chegar ao empate e continuou pressionando para tentar a virada. Ricardo também retirou Maicon Aquino e colocou Welder.
Segundo o técnico, a entrada de Welder teve como objetivo dar mais presença física e peso ao ataque nos minutos finais.
A escolha também explicou por que Breyner Camilo, jogador de velocidade pelo lado direito, não foi utilizado.

Técnico tentou buscar a virada
Ricardo afirmou que lançou o maior número possível de atacantes para tentar vencer o clássico. A equipe criou situações de perigo, mas não conseguiu marcar o segundo gol.
“Lutamos até o fim. Coloquei mais atacantes para buscar a virada, mas infelizmente o resultado não veio”, disse.
O treinador valorizou a entrega dos jogadores, mas reconheceu que a produção ofensiva ainda precisa evoluir.
As duas semanas de preparação para enfrentar o Paysandu serão utilizadas para aprimorar as movimentações e encontrar uma formação capaz de gerar mais oportunidades.
Com apenas quatro partidas restantes, Ricardo terá pouco tempo para transformar as mudanças táticas em vitórias.
Texto gerado por Inteligência Artificial e corrigido por Mike Gabriel






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