
A melhoria do setor ofensivo será a principal prioridade do Confiança durante a preparação para enfrentar o Paysandu. Após o empate por 1 a 1 com o Itabaiana, Ricardo Resende reconheceu que a equipe precisa criar melhores movimentações e aumentar sua produção de gols.
O Confiança chegou a nove gols marcados na Série C e permanece com um dos ataques menos eficientes da competição. A dificuldade para transformar posse de bola e volume ofensivo em gols voltou a aparecer no clássico disputado no Batistão.
Ricardo admite necessidade de evolução ofensiva
O Confiança sofreu um gol nos primeiros minutos e precisou atacar durante praticamente toda a partida. Embora tenha conseguido o empate no segundo tempo, a equipe não completou a reação.
Ricardo Resende afirmou que o período sem partidas será utilizado para aperfeiçoar a construção ofensiva.
“Vamos melhorar a questão da nossa parte ofensiva, criar movimentações do jogo ofensivo. Estamos precisando de gols”, declarou.
O treinador considera o ataque o principal ponto a ser corrigido antes do confronto fora de casa contra o Paysandu.

Posse de bola não se transformou em vitória
Na avaliação do técnico, o Confiança apresentou entrega, controle e boa posse de bola. O Itabaiana, depois de abrir o placar, passou a atuar de maneira mais fechada e procurou explorar os contra-ataques.
O time azulino teve dificuldades para encontrar espaços diante da defesa adversária. Ricardo aumentou o número de atacantes, mas a equipe não conseguiu marcar o segundo gol.
“Temos muitas coisas para melhorar na questão do nosso poder ofensivo. Vamos aproveitar essas duas semanas para trabalhar essa parte”, disse.
A falta de eficiência tem peso ainda maior porque o Confiança precisa de vitórias para escapar da zona de rebaixamento.

Comissão trabalhará novas movimentações
O elenco terá reapresentação na terça-feira. A partir daí, a comissão técnica iniciará a preparação específica para o duelo contra o Paysandu.
A tendência é que os treinamentos trabalhem aproximação entre os atacantes, ocupação da área, velocidade pelos lados e participação dos meias na criação.
PK iniciou o clássico com maior liberdade para organizar as jogadas, enquanto três jogadores atuavam no setor de meio-campo. Com o resultado adverso, o treinador modificou a formação e colocou mais peças ofensivas.
O desafio será tornar o time mais agressivo sem perder o equilíbrio defensivo.

Reação depende de gols
O Confiança ainda enfrentará Paysandu, Maringá, Anápolis e Ferroviário. Com apenas quatro rodadas restantes, empates já não são suficientes para modificar de maneira significativa a situação da equipe.
Ricardo destacou que o clube precisa acreditar, mas reconheceu que o desempenho ofensivo será determinante.
A preparação mais longa antes do próximo compromisso surge como uma oportunidade para corrigir um problema que acompanha o Dragão durante toda a Série C.
Para continuar sonhando com a permanência, o Confiança precisará transformar sua posse de bola em finalizações mais perigosas e, principalmente, em gols.
Texto gerado por Inteligência Artificial e corrigido por Mike Gabriel






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