
A dificuldade para marcar gols se transformou no principal símbolo da campanha do Confiança na Série C. Depois do empate com o Itabaiana, o Dragão chegou a nove gols em 15 partidas, manteve o pior ataque da competição e terminou a rodada na lanterna.
Confiança marca apenas 0,6 gol por partida
O Confiança balançou as redes nove vezes em 15 jogos na primeira fase da Série C. A média de 0,6 gol por partida coloca o clube isolado como o ataque menos produtivo da competição.
O Dragão é a única equipe que ainda não alcançou dois dígitos de gols marcados. A baixa produção ajuda a explicar a presença do clube na última colocação.
O empate em 1 a 1 com o Itabaiana levou o time aos 12 pontos, mas não foi suficiente para produzir a reação esperada. Restando quatro rodadas, a equipe precisa elevar rapidamente sua eficiência para continuar com chances de permanência.

Defesa competitiva não compensa baixa produção
Os números defensivos tornam o problema ainda mais evidente. O Confiança sofreu 15 gols, média de um por partida, desempenho próximo ao apresentado por equipes que brigam em posições superiores.
Em muitos jogos, a equipe conseguiu limitar o adversário, mas não teve produção suficiente para pontuar. Quando sofre o primeiro gol, o Dragão encontra enorme dificuldade para transformar posse de bola em chances claras e virar o placar.
O clássico mostrou novamente esse roteiro. O Itabaiana marcou no primeiro minuto, e o Confiança precisou perseguir o resultado durante quase toda a partida.
Alisson empatou no segundo tempo, mas a virada não aconteceu. A diferença entre os setores indica que melhorar a presença na área e a qualidade das finalizações poderia transformar derrotas mínimas e empates em pontos importantes.

Somente dois atacantes marcaram na competição

Maikon Aquino lidera os jogadores de frente do Confiança com três gols. João Pedro aparece logo depois, com dois, e eles são os únicos atacantes do elenco que balançaram as redes na Série C.
Os zagueiros Ícaro e Alisson contribuíram com dois e um gol, respectivamente. PK completa a lista de jogadores que marcaram pelo clube na competição.
Quatro dos nove gols foram anotados por defensores ou por um meio-campista. O número demonstra que o setor ofensivo não tem dividido a responsabilidade de maneira suficiente.
Pedro Felipe e outros jogadores contratados para a reta final ainda precisam aumentar a concorrência e oferecer novas alternativas. Ricardo Resende também pode ajustar a aproximação de PK, a utilização dos lados e o número de atletas atacando a área.
As bolas paradas ganham peso nesse cenário. O gol de Alisson contra o Itabaiana demonstrou como os zagueiros podem contribuir, mas essa arma não pode ser a única fonte de esperança.

Próximos adversários oferecem oportunidade de reação
O Confiança enfrentará duas defesas que apresentam números frágeis. O Paysandu sofreu 21 gols, enquanto o Maringá foi vazado 27 vezes em 15 rodadas.
A sequência oferece uma oportunidade concreta para o pior ataque da Série C encontrar espaços e recuperar confiança. Os números dos adversários, porém, não substituem a necessidade de evolução do próprio time.
O primeiro desafio será na Curuzu, onde o Paysandu entrará pressionado para permanecer no G8. Depois, o Dragão fará dois jogos no Batistão contra Maringá e Anápolis e encerrará a primeira fase diante do Ferroviário.
Com apenas quatro partidas, não existe tempo para uma melhora gradual. O Confiança precisa aumentar imediatamente o volume de chances e aproveitar melhor cada oportunidade.
A defesa manteve a equipe competitiva durante boa parte da Série C. Para escapar do rebaixamento, agora será o ataque que terá de mudar a história da campanha.
Texto gerado por Inteligência Artificial e corrigido por Mike Gabriel






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