Ricardo Resende - Foto: Reprodução TV Dragão
Ricardo Resende – Foto: Reprodução TV Dragão

Ricardo Resende colocou a preparação emocional no centro do trabalho do Confiança para a reta final da Série C. Depois do empate com o Maringá, o treinador afirmou que será necessário fortalecer a confiança dos jogadores e mostrar que a permanência ainda é possível.


Lado mental vira prioridade no Confiança

O Dragão segue na lanterna, com 13 pontos, e está a quatro de deixar a zona de rebaixamento. Com somente duas rodadas restantes, Ricardo reconhece que o peso da sequência negativa pode afetar diretamente o rendimento dos atletas.

O treinador pretende conversar com o grupo, recuperar fisicamente o elenco e preparar a estratégia para o Anápolis. A missão é transformar a pressão em mobilização sem permitir que a ansiedade desorganize a equipe.

Ricardo valoriza reação contra o Maringá

Embora o empate por 1 a 1 não fosse suficiente para retirar o Confiança da lanterna, Ricardo destacou o esforço apresentado no Batistão. O time sofreu um gol em uma bola desviada, reagiu no segundo tempo e buscou a igualdade com Ícaro.

A equipe ainda pressionou em busca da virada, mas não encontrou o gol da vitória. Para o técnico, a disposição demonstrada até o final precisa ser mantida e acompanhada por maior eficiência na próxima rodada.

Técnico pede novo apoio da torcida

Ricardo admitiu que o torcedor está chateado com a campanha, mas fez um apelo pela presença azulina na decisão. O comandante entende que o apoio vindo das arquibancadas pode ajudar o grupo a sustentar a confiança em um momento limite.

O Confiança recebe o Anápolis no sábado, às 19h30, em confronto direto no Batistão. “Enquanto há esperança, vamos lutar”, resumiu Ricardo ao projetar a partida que poderá definir o destino proletário.

Texto gerado por Inteligência Artificial e corrigido por Mike Gabriel

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

By Mike Gabriel

Produtor de conteúdo, criador deste site em 2011, quando tudo aqui era mato!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *