A chegada da SAF ao Confiança criou expectativa não apenas sobre contratações e resultados dentro de campo.

A presença de profissionais com experiência em um dos maiores clubes do Brasil também alimentou a esperança de crescimento comercial, novos patrocinadores e maior exploração da marca azulina.

Segundo o ex-vice-presidente Júnior da CAT, esse avanço não aconteceu como esperado.

Durante entrevista ao Podcast do Dragão, ele afirmou que o clube perdeu parceiros comerciais que possuía anteriormente e não conseguiu compensar as saídas com novos contratos relevantes.


Júnior cita dois antigos patrocinadores

Entre os exemplos apresentados estão MC Games e Casa do Marceneiro.

Segundo Júnior, os dois contratos representavam juntos aproximadamente R$ 600 mil por ano para o Confiança.

O valor precisa ser tratado como declaração do ex-dirigente enquanto não houver confirmação documental dos contratos.

A crítica principal, entretanto, não está apenas na eventual perda de um ou dois patrocinadores.

Ela envolve a capacidade comercial da SAF.

Expectativa aumentou com chegada de Landim

Rodolfo Landim foi um dos principais nomes associados à implantação da SAF.

Além da experiência administrativa adquirida no Flamengo, havia expectativa sobre sua rede de relacionamentos no futebol e no mercado empresarial.

Durante a entrevista, Júnior afirmou que imaginava que essa influência ajudaria o Confiança a abrir portas para novas empresas.

O mesmo raciocínio se aplicava a profissionais ligados ao marketing que possuíam experiência em estruturas maiores.

Aportes possuem prazo para acabar

O crescimento comercial é especialmente importante porque o dinheiro dos investidores não será permanente.

O projeto prevê um montante determinado de aportes.

Depois que esse ciclo terminar, o Confiança terá que depender cada vez mais da receita que conseguir produzir por conta própria.

É nesse ponto que entram patrocínio, bilheteria, programa de sócios, licenciamento, produtos e receitas comerciais.

Uma SAF sustentável não pode depender indefinidamente de dinheiro novo colocado pelos investidores.

Rebaixamento torna missão mais difícil

A queda para a Série D aumenta a importância do departamento comercial justamente quando o trabalho tende a ficar mais complicado.

O Confiança terá menor exposição nacional do que possuía na Série C.

Isso pode diminuir o interesse de determinados anunciantes.

Para compensar, a SAF precisará vender outros ativos.

A força regional da marca, a torcida, a audiência digital, a tradição do clube e a possibilidade de reconstrução esportiva podem ser utilizadas para atrair empresas.

Marca Confiança precisa virar receita

O clube possui um patrimônio que vai muito além das divisões que disputa.

O Confiança representa uma das maiores torcidas de Sergipe e possui décadas de história no futebol regional e nacional.

Explorar esse potencial comercial é uma das principais responsabilidades de uma gestão profissional.

Uma marca forte pode criar receitas recorrentes.

Patrocinadores permanecem ou são substituídos.

Produtos podem ser ampliados.

Novos planos de sócios podem surgir.

A SAF precisa transformar o potencial emocional existente ao redor do clube em valor econômico sem afastar o torcedor.

2027 será teste também para o marketing

A reconstrução para a Série D não será apenas esportiva.

Enquanto o departamento de futebol procura jogadores e treinador, o comercial precisará reconstruir receitas.

Depois de uma temporada encerrada com rebaixamento, vender o projeto será mais difícil.

Ao mesmo tempo, uma campanha forte de recuperação pode ser apresentada como oportunidade para patrocinadores participarem de um momento de reconstrução.

A grande questão será saber se a experiência trazida pela SAF conseguirá finalmente transformar a marca Confiança em novas receitas.

Porque os aportes acabam.

Uma estrutura comercial bem construída pode permanecer.

Texto gerado por Inteligência Artificial e corrigido por Mike Gabriel

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By Mike Gabriel

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