
Quanto custou o time que levou o Confiança para a Série D?
Essa é uma das perguntas que devem acompanhar a SAF durante a reconstrução para 2027.
Em entrevista ao Podcast do Dragão, o ex-vice-presidente Júnior da CAT criticou a política de gastos adotada durante a temporada e afirmou que o clube chegou a trabalhar com uma folha próxima de R$ 1 milhão durante o Campeonato Sergipano.
O número não foi divulgado oficialmente pela SAF e deve ser tratado como informação atribuída ao ex-dirigente.
Folha teria alcançado patamar inédito
Júnior comparou os valores utilizados em 2026 com temporadas anteriores da associação.
Segundo ele, administrações anteriores evitavam trabalhar com uma folha dessa dimensão durante o Campeonato Sergipano porque sabiam que os recursos seriam necessários posteriormente para as competições nacionais.
O ex-dirigente considera que a nova capacidade financeira proporcionada pela SAF levou o clube a assumir gastos acima do que seria sustentável.

Salários elevados também são citados
Durante a entrevista, Júnior mencionou contratos individuais que, segundo ele, chegaram a valores elevados para a realidade do Confiança.
Entre os exemplos apresentados estão jogadores com remunerações mensais na faixa de R$ 60 mil a R$ 70 mil.
Também foram citados custos elevados no setor ofensivo.
Esses valores precisam permanecer atribuídos ao ex-dirigente enquanto não houver confirmação documental ou divulgação oficial da SAF.

Investimento não apareceu dentro de campo
O problema maior não é simplesmente gastar.
Um clube pode aumentar sua folha quando existe planejamento esportivo e capacidade financeira.
A dificuldade aparece quando o investimento não produz resultado.
O Confiança perdeu o Campeonato Sergipano e posteriormente passou praticamente toda a Série C brigando contra o rebaixamento.
A campanha terminou com a queda para a Série D.
O ataque também esteve entre os principais problemas da equipe durante a competição nacional.

Série D exige outra realidade financeira
A partir de 2027, o Confiança precisará adaptar seus contratos ao quarto nível do futebol brasileiro.
A Série D possui receitas e exposição diferentes da Série C.
Por isso, carregar uma folha estruturada para outra realidade pode criar um problema financeiro significativo.
Júnior defendeu durante a entrevista que o clube trabalhe com valores muito menores e priorize contratações mais assertivas.
Contratos atuais também entram na conta
A redução da folha não depende apenas de deixar de contratar jogadores caros.
O Confiança precisará analisar os vínculos que ultrapassam 2026.
Atletas com contrato para 2027 continuarão gerando despesas mesmo que não façam parte do novo planejamento.
Salário, férias, 13º e outros encargos permanecem.
Por isso, empréstimos, negociações e rescisões podem se tornar parte importante da reconstrução.
Executivo de futebol pode economizar dinheiro
Esse é outro argumento utilizado por Júnior para defender a contratação imediata de um profissional para comandar o departamento.
Um executivo com mercado pode encontrar clubes interessados em determinados atletas e negociar divisões salariais ou transferências.
Na prática, isso pode representar economia de centenas de milhares de reais.
SAF precisa provar que sabe gastar
A transformação do Confiança em SAF aumentou a capacidade de investimento.
Entretanto, 2026 demonstrou que simplesmente aumentar despesas não garante melhoria esportiva.
A cobrança para a próxima temporada será diferente.
A SAF não terá apenas que mostrar quanto consegue investir.
Precisará provar que consegue montar um time competitivo com responsabilidade.
Depois de cair com uma estrutura financeira superior à de anos anteriores, o maior desafio talvez seja exatamente este:
gastar menos errado e investir mais certo.
Texto gerado por Inteligência Artificial e corrigido por Mike Gabriel






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